Jogue fora todos os números não essenciais para sua sobrevivência.

Isso inclui idade, peso e altura.

Deixe o médico se preocupar com eles, para isso ele é pago.

Frequente, de preferência, seus amigos alegres.

Os de “baixo astral” puxam você para baixo.

Continue aprendendo… Aprenda mais sobre computador, artesanato, jardinagem, qualquer coisa. Não deixe seu cérebro desocupado.

Uma mente sem uso é a oficina do mal e o nome do mal é Alzheimer.

Curta coisas simples ria sempre, muito e alto, ria até perder o fôlego.

Lágrimas acontecem, aguente, sofra e siga em frente.

A única pessoa que acompanha você a vida toda é você mesmo, esteja vivo, enquanto você viver!

Esteja sempre rodeado daquilo que você gosta: família, animais, lembranças, música, plantas, um hobby, o que for. Seu lar é o seu refúgio.

Aproveite sua saúde, se for boa preserve-a; se está instável, melhore-a; se está abaixo desse nível, peça ajuda.

Não faça viagens de remorso, viaje para o shopping, para a cidade vizinha, para um país estrangeiro, mas não faça viagens ao passado.

Diga a quem você ama, que você realmente os ama, em todas as oportunidades.

E lembre-se sempre que: A vida não é medida pelo número de vezes que você respirou, mas pelos momentos em que você perdeu o fôlego:

de tanto rir…
de surpresa…
de êxtase…
de felicidade…

Autor: Pablo Picasso, saiba mais sobre este brilhante pintor espanhol, que também foi escultor, ceramista, cenógrafo, poeta e dramaturgo, clicando aqui.

Imagem: Obra de 1922 – Mulheres Correndo na Praia de Pablo Picasso.